sábado, 18 de janeiro de 2014

Pegando uma carona...


Em ano de copa do mundo no Brasil, onde todos os olhos estão voltados para o país, os movimentos sociais estão politizando os tão falados 'Rolezinhos', que nas últimas semanas ganharam capas dos jornais país a fora. 

O que há de se temer é: Até que ponto isso vai chegar? O que para muitos esquerdistas trata se de um movimento social, para a população é sinônimo de desordem e falta de segurança. Porque, seja lá negros, brancos, índios, evangélicos, católicos ou ateus, não é nada normal uma multidão de mil, três mil ou quatro mil pessoas entrando num shopping como se nada tivesse acontecendo. Qual o objetivo? Aproveitar o movimento e provocar a destruição?

Para os muitos grupos a partir de agora é a oportunidade de demonstrar de forma violenta sua indignação social contra o sistema, seja ele qual for!

Em busca da nova dignidade...

Como é do conhecimento de muitos, essa semana a prefeitura da cidade de São Paulo retirou barracas e realocou moradores da cracolândia em hotéis da região.

Independentemente do partido do qual o atual prefeito de São Paulo pertença, a ação que começou a ser implantada na região, conhecida há anos pelo número usuários de drogas, busca trazer de volta a dignidade daquelas pessoas. 

O trabalho dignifica e engrandece o ser humano. Esses 15 reais, para muitos pode parecer uma bolsa crack ou uma esmola. Mas não, é muito mais que isso. Um emprego após vários anos sem nenhuma esperança de vida, faz com que aquele morador( por mais que sejam poucos) tenha vontade de começar algo novo, faz ele perceber que está sendo visto de uma maneira diferente pelas pessoas ao redor e que pode sim ter ao menos, um lugar humano para se morar.

O local que há dois anos era alvo de ações mal planejadas do prefeito Kassab, que no seu desastroso projeto Nova Luz, simplesmente espalhou pela cidade seres totalmente desorientados, formandos "pequenas cracolândias" pelo centro da cidade, agora começa a ter um novo destino, que quem sabe aos poucos pode ser mudado com a compreensão de quem "assiste do lado de fora".